AMANA – do tupi: Água que vem do céu
A água, este elemento feminino, conduz o caminho deste rito para evocar a história de duas irmãs separadas por uma tragédia.
Uma cena onde momento presente e memória se misturam pra contar as lembranças amorosas, a luta e o luto. Relembra a história de Magó, a bailarina vítima de feminicídio, que tocou o coração do mundo com sua história.
Em AMANA a narrativa é construída com movimento, palavra e depoimento, e é corpo pulsante e memorioso.
De forma poética e sensível, as criadoras Ana Clara Poltronieri e Tânia Farias fazem do espetáculo um gesto de basta ao feminicídio e a violência que todas as mulheres vivem cotidianamente.
Direção: Tânia Farias – Coreografia e interpretação: Ana Clara Poltronieri
AMANA traz de forma poética e sensível, a urgente tomada de consciência para o fim da violência contra as mulheres. É um manifesto contra a barbárie do machismo e a misoginia. Evidenciando poeticamente a preciosidade da vida. Em AMANA usamos o elemento água para conduzir a história. As águas são corpos de mulheres, são o sangue vivo e pulsante da artista, o fluxo aquoso da memória em vigília e denúncia, potente e delicada. É através das águas que um caleidoscópio se apresenta aos olhos do público, testemunha, para fazer ver que há mais que números frios por trás das estatísticas: há histórias, tramas de afetos, subjetividades, e tantos outros aspectos que toda a vida contém. O que queremos é a certeza de que, assim como jamais entramos duas vezes no mesmo rio, uma vez que suas águas, em constante movimento, nunca as mesmas, deixemos para as que virão depois de nós, um mundo onde nenhuma mulher vai ser obrigada a acostumar-se com o medo e a violência.
Do ponto de vista formal AMANA, se constitui assim como a água, um espetáculo de cruzamentos fluidos entre linguagens, performance, dança, teatro, audiovisual e artes visuais. AMANA, que em Tupí significa “água que cai do céu”, conduz o público por um rito evocativo da história das irmãs Magó e Ana Clara, transcende fronteiras e deseja levar AMANA para muitos lugares para conscientizar um número gigante de espectadores e manter viva a memoria de Magó.
O objetivo é conscientizar e resistir, transformando o luto em luta por meio da arte viva e pulsante. O projeto, além de enfrentar o luto, propõe uma reflexão sobre a imortalidade da memória, a resistência feminina e a conscientização social. Por Magó e por todas as mulheres vítimas de violência!
Direção: Tânia Farias – Coreografia e interpretação: Ana Clara Poltronieri
AMANA traz de forma poética e sensível, a urgente tomada de consciência para o fim da violência contra as mulheres. É um manifesto contra a barbárie do machismo e a misoginia. Evidenciando poeticamente a preciosidade da vida. Em AMANA usamos o elemento água para conduzir a história. As águas são corpos de mulheres, são o sangue vivo e pulsante da artista, o fluxo aquoso da memória em vigília e denúncia, potente e delicada. É através das águas que um caleidoscópio se apresenta aos olhos do público, testemunha, para fazer ver que há mais que números frios por trás das estatísticas: há histórias, tramas de afetos, subjetividades, e tantos outros aspectos que toda a vida contém. O que queremos é a certeza de que, assim como jamais entramos duas vezes no mesmo rio, uma vez que suas águas, em constante movimento, nunca as mesmas, deixemos para as que virão depois de nós, um mundo onde nenhuma mulher vai ser obrigada a acostumar-se com o medo e a violência.
Do ponto de vista formal AMANA, se constitui assim como a água, um espetáculo de cruzamentos fluidos entre linguagens, performance, dança, teatro, audiovisual e artes visuais. AMANA, que em Tupí significa “água que cai do céu”, conduz o público por um rito evocativo da história das irmãs Magó e Ana Clara, transcende fronteiras e deseja levar AMANA para muitos lugares para conscientizar um número gigante de espectadores e manter viva a memoria de Magó.
O objetivo é conscientizar e resistir, transformando o luto em luta por meio da arte viva e pulsante. O projeto, além de enfrentar o luto, propõe uma reflexão sobre a imortalidade da memória, a resistência feminina e a conscientização social. Por Magó e por todas as mulheres vítimas de violência!