Skip links

Author: Monique Helen Papa

Maiara Pssarini

Minha história com a Magó começou na escola. Entrei no segundo ano do ensino médio no Colégio das Américas, aqui em São Paulo e a Magó tinha entrado no mesmo colégio recentemente. Me lembro bem desse dia porque ela foi a primeira pessoa da sala

Jean Adame

Não sou muito bom em escrever, mas vou contar as lembranças mais fortes que tenho de magô. Dançarino e integrante do grupo Urban Style de Sarandi, eu Jean Adame junto do grupo e a academia de dança Daisa tivemos alguns trabalhos juntos no qual tive

Jade Odorico

Magó me ensinou muitas coisas, me fez crescer, tanto na dança, como na vida. A Magó me ensinou bondade, amor e paciência. Lembro do quanto ela me ajudou nas apresentações, ensaiando junto comigo o meu solo, me incentivando sempre a não desistir. Quando tive uma

Elisa Chacon

Devo começar dizendo que talvez eu não preencha o requisito de ter tido contato físico ou direto com Magó, nunca fomos apresentadas. Mas eu a conheci quando uma amiga que mora em Curitiba, assim como eu, e é de Maringá, me apresentou essa companhia de

Karen

Sempre que eu pensava e penso na Magó, a primeira coisa que me vinha e vem na cabeça era a cor amarela, passei um tempo me perguntando o por que disso, até descobrir que o amarelo significa luz, calor, descontração, otimismo e alegria. Simboliza o

Guilherme Monteiro

Conheci a Magó quando ela veio á Goiânia participar do Festival Internacional de Dança de Goiás, fizemos aulas juntos e ela impressionou a todos com um solo em que ela raspava o cabelo em cena! Foi um final de semana curto, mas dias lindos e

Giovana Pozza

Mago sempre estava  pela academia, na época em que fazia ballet, me lembro muito bem de admirar muito ela, aliás me lembro de muitas vezes eu e a Isabelle falar que queríamos ser igual a ela. Mago era vibrante na dança, no olhar, mago realmente

Higor Bechi

“Tive o privilégio de conhecê-la em uma peça entitulada “fragile”… Cada gesto meticulosamente executado.. foi incrível.. ela era indiscutivelmente uma pessoa iluminada e muitíssimo talentosa… Sem palavras… ´ Por Higor Bechi

Francisco Queiroz

Meu nome é Francisco Queiroz, quando fui estudar no Marista estava passando por momentos bem atribulados na minha vida devido ao divorcio dos meus pais, era um jovem rebelde e que tinha muitas dificuldades em fazer amizades, ao entrar na turma não consegui me identificar

João Vitor Noale 

Só tenho uma lembrança forte dela, uma lembrança que até hoje dita um pouco do meu comportamento, pois ela, naquele dia, me lembrou de algo muito importante que precisamos ter na vida: contemplação. Eu voltava de bike de algum lugar que não me lembro qual,